quarta-feira, 7 de março de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Preços correntes versus preços constantes
Diz-se que o PIB está calculado a preços correntes, quando a produção de cada ano está avaliada aos preços do mesmo ano, por exemplo, a produção de 2000 a preços de 2000, a produção de 2001 a preços de 2001, etc.
Calcular a taxa de variação a partir desta série não tem interesse, porque nunca saberemos em que medida a variação se deve a um aumento real do PIB (crescimento em volume, isto é da quantidade de bens efectivamente ao nosso dispor) ou a um simples crescimento dos preços.
Diz-se que o PIB está calculado a preços constantes, quando a produção de cada ano é avaliada aos preços de um determinado ano, seleccionado como ano base.
2006 = 100 significa que o ano base é 2006, porque no ano base o Índice de Preços é igual a 100. Dividindo a série a preços correntes pela série a preços constantes obtêm-se a o Índice de Preços implícitos no PIB.
Calculando a taxa de variação do Índice de Preços implícitos no PIB obtém-se a tcp, taxa de crescimento dos preços implícita no PIB. Os seus valores não são iguais à taxa de inflação porque esta é calculada a partir de um cabaz de bens que reflecte as preferências do “consumidor médio”, enquanto no caso da tcp o nosso cabaz foi a produção.
Calcula-se a taxa de variação do PIB real – a partir da série do PIB a preços constantes – obtendo a tcv ou taxa de crescimento da economia.
1. Obtenha no PORDATA valores para as séries do PIB a preços correntes e a preços constantes.
NOTA: Se preferir, para ser mais rápido utilize o ficheiro de ajuda.
2. Calcule o Índice de Preços implícitos no PIB, para o período em que dispõe de dados.
3. Calcule a tcp, para o período em que dispõe de dados.
4. Calcule a tcv (taxa de crescimento da economia), para o período em que dispõe de dados.
5. Interprete para o último ano da série:
- o valor do índice de preços;
- o valor da tcp;
- o valor da tcv.
6. Represente graficamente o PIB a preços correntes e a preços constantes, para o período em que dispõe de dados. Preview
7. Represente graficamente a tcp e a tcv, para o período em que dispõe de dados. Preview
Calcular a taxa de variação a partir desta série não tem interesse, porque nunca saberemos em que medida a variação se deve a um aumento real do PIB (crescimento em volume, isto é da quantidade de bens efectivamente ao nosso dispor) ou a um simples crescimento dos preços.
Diz-se que o PIB está calculado a preços constantes, quando a produção de cada ano é avaliada aos preços de um determinado ano, seleccionado como ano base.
2006 = 100 significa que o ano base é 2006, porque no ano base o Índice de Preços é igual a 100. Dividindo a série a preços correntes pela série a preços constantes obtêm-se a o Índice de Preços implícitos no PIB.
Calculando a taxa de variação do Índice de Preços implícitos no PIB obtém-se a tcp, taxa de crescimento dos preços implícita no PIB. Os seus valores não são iguais à taxa de inflação porque esta é calculada a partir de um cabaz de bens que reflecte as preferências do “consumidor médio”, enquanto no caso da tcp o nosso cabaz foi a produção.
Calcula-se a taxa de variação do PIB real – a partir da série do PIB a preços constantes – obtendo a tcv ou taxa de crescimento da economia.
1. Obtenha no PORDATA valores para as séries do PIB a preços correntes e a preços constantes.
NOTA: Se preferir, para ser mais rápido utilize o ficheiro de ajuda.
2. Calcule o Índice de Preços implícitos no PIB, para o período em que dispõe de dados.
3. Calcule a tcp, para o período em que dispõe de dados.
4. Calcule a tcv (taxa de crescimento da economia), para o período em que dispõe de dados.
5. Interprete para o último ano da série:
- o valor do índice de preços;
- o valor da tcp;
- o valor da tcv.
6. Represente graficamente o PIB a preços correntes e a preços constantes, para o período em que dispõe de dados. Preview
7. Represente graficamente a tcp e a tcv, para o período em que dispõe de dados. Preview
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Ciclos de crescimento económico
- Os ciclos económicos são flutuações do produto, do rendimento e do emprego nacionais totais, com uma duração habitual de 2 a 10 anos, caracterizada pela expansão ou contracção generalizadas na maioria dos sectores da economia.
Samuelson & Nordhaus
Para Joseph Schumpeter a razão para as economias saírem do seu estado de equilíbrio é a inovação tecnológica, pois em resultado desta os recursos deverão ser afectos às novas actividades e desinvestidos das actividades ultrapassadas, num processo que denominou de destruição criadora.
A imagem seguinte - criada para os EUA - mostra que as tecnologias demoram cada vez menos tempo até serem objecto de consumo por uma larga percentagem das famílias.
Na imagem abaixo representam-se os ciclos de Kondratieff, estimados para os Estados Unidos (a azul) e a evolução do PIB (a vermelho).
Fonte da imagem: http://pt.scribd.com/doc/20345280/CICLOS-DE-KONDRATIEFF
Provavelmente a economia não apresenta a regularidade sugerida pelos teóricos dos ciclos económicos, mas a observação dos ciclos económicos é uma ferramenta fundamental da análise económica. Abaixo sintetiza-se a evolução da economia americana de 1920 a 2005.
Distinguem-se num ciclo económico:
- Recessão é um período contínuo de declínio do produto, do rendimento e emprego totais, normalmente perdurando 6 meses a 1 ano e caracterizado pelas contracções alargadas a muitos sectores da economia;
- Depressão ou Contracção é uma recessão importante, tanto na intensidade como na duração;
- Expansão é a fase ascendente da Baixa até ao Pico. Ocorre quando o crescimento ultrapassa a tendência;
- Recuperação ou Retoma ocorre igualmente na fase ascendente, mas o crescimento fica abaixo da tendência;
- Pico ou Boom, ponto máximo do ciclo, marca o final da expansão e o início da recessão;
- Baixa ou Trough, ponto mínimo do ciclo, marca o final da recessão e o início da expansão;
- Ciclo económico completo é o período entre dois pontos de viragem superiores ou inferiores (Boom ou Trough) consecutivos.
Algumas das características de habituais de uma recessão podem apontar-se aos seguintes níveis:
Consumo e produção
As compras dos consumidores reduzem-se acentuadamente, enquanto que as existências em armazém aumentam inesperadamente. As empresas reagem cortando a produção, e o PIB real cai. Pouco depois o investimento das empresas em edifícios fabris e equipamentos também se reduz acentuadamente.
Emprego
A procura de trabalhadores cai: redução de horários, seguida de dispensas temporárias e de maior desemprego.
Inflação
Com a redução do consumo a inflação abranda. É pouco provável a redução de salários e do preço dos serviços mas tendem a aumentar menos rapidamente nos períodos de retracção económica.
Lucros
Os lucros das empresas reduzem-se acentuadamente. Numa antecipação, as cotações das acções normalmente entram em queda quando os investidores sentem o cheiro de uma retracção económica. Contudo, devido à redução da procura de crédito, as taxas de juro geralmente também diminuem durante as recessões.
As expansões são as imagens simétricas das recessões, em que cada um dos factores acima descritos funciona no sentido inverso.
Com imaginação é possível uns ciclos dentro de outros, mas ficaremos apenas com as suas designações e durações aproximadas.
Utilizando dados do Gapminder - GDP/capita (US$, inflation-adjusted) -, o Gráfico abaixo ilustra bem que o PIB per capita português, embora vá crescendo, vai permitindo que muitos dos seus parceiros comunitários se distanciem cada vez mais:
Continuando a utilizar os mesmos dados, abaixo se evidencia o comportamento da economia portuguesa a longo prazo, utilizando uma recta de tendência.
A recta de tendência do Excel mostra-nos uma recta de regressão do tipo y = a + bx
Utilizando essa recta de regressão podemos calcular os valores estimados do PIB per capita.
Calculando a diferença percentual entre os valores observados e os estimados poderemos concluir se os ciclos das economias se apresentam sincronizadas, como no exemplo entre Portugal e Espanha...
... ou dessincronizadas, como no exemplo entre a Alemanha e o Reino Unido:
1. Descreve as características habituais da fase de expansão do ciclo económico, nos seguintes aspectos:
a) Consumo e produção;
As compras dos consumidores aumentam acentuadamente, enquanto que as existências em armazém aumentam inesperadamente. As empresas reagem cortando a produção, e o PIB real aumenta. Pouco depois o investimento das empresas em edifícios fabris e equipamentos também aumentam acentuadamente.
As compras dos consumidores aumentam acentuadamente, enquanto que as existências em armazém aumentam inesperadamente. As empresas reagem cortando a produção, e o PIB real aumenta. Pouco depois o investimento das empresas em edifícios fabris e equipamentos também aumentam acentuadamente.
b) Emprego;
A procura dos trabalhos aumenta: redução de horários, seguida de horas extra e de mais emprego.
A procura dos trabalhos aumenta: redução de horários, seguida de horas extra e de mais emprego.
c) Inflação;
Com o aumento do consumo a inflação abranda. É muito provável o aumento de salários e do preço dos serviços mas aumentam mais rapidamente nos períodos de retracção económica.
Com o aumento do consumo a inflação abranda. É muito provável o aumento de salários e do preço dos serviços mas aumentam mais rapidamente nos períodos de retracção económica.
d) Lucros;
Os lucros das empresas aumentam acentuadamente. Numa antecipação, as cotações das acções normalmente sobem quando os investidores sentem o cheiro de uma expansão económica. Contudo, devido ao aumento da procura de crédito, as taxas de juro geralmente também aumentam durante as expansões.
Os lucros das empresas aumentam acentuadamente. Numa antecipação, as cotações das acções normalmente sobem quando os investidores sentem o cheiro de uma expansão económica. Contudo, devido ao aumento da procura de crédito, as taxas de juro geralmente também aumentam durante as expansões.
2. Identifica a designação e duração dos ciclos económicos mais comummente referidos.
Durando 6 meses é caracterizado pelas contracções alargadas a muitos sectores da economia.
Durando 6 meses é caracterizado pelas contracções alargadas a muitos sectores da economia.
3. Representa num gráfico a evolução do PIB per capita português e assinale no mesmo alguns acontecimentos da história económica. Backup
Crise de 1983-1984
Elevado défice externo e uma (quase)
rotura cambial obrigaram a um acordo
com o FMI. Portugal viveu uma recessão
com custos sociais muito elevados.4. Escreve cerca de 50 palavras sobre a história de uma tecnologia à tua escolha.
5. Confere a sincronização cíclica entre Portugal e Espanha.
6. Confere a dessincronização entre a Alemanha e o Reino Unido.
7. Investiga a sincronização entre as seguintes economias:
a) EUA / Japão; e
b) EUA / Alemanha.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A heterogeneidade de situações de desenvolvimento
Os últimos 200 anos mudaram o Mundo. Em 1803 o Reino Unido era o país com maior rendimento per capita – 2.744 dólares - e nenhum outro tinha esperança de vida superior a 40 anos.
A industrialização teve um maior impacto nos países europeus e nos Estados Unidos, que cresceram mais rapidamente e ficaram cada vez mais ricos.
Após o final da II GGM o crescimento é mais acelerado, destacando-se a recuperação Japão, seguido pouco mais tarde pela China e pela Índia.
Hoje todos os países têm esperança de vida acima dos 45 anos, ultrapassando os 80 em alguns. Como este é um número médio, uma esperança de vida baixa significa uma mortalidade infantil elevada nos países menos desenvolvidos.
E a diferença entre o rendimento per capita dos países mais pobres relativamente aos mais ricos é enorme... Actualmente o rendimento per capita no Qatar é 223 vezes superior ao registado na República Democrática do Congo, havendo uma grande diversidade de situações intermédias.
Portugal é geralmente apresentado como um um país em desenvolvimento, porque os seus indicadores económicos se encontram acima dos valores observados nos países do Sul, mas ainda estamos muito afastados dos países do Norte.
Vamos estudar esta diversidade de situações, tirando partido da organização da turma em sete grupos/blogues, cuja imagem conjunta, no final evidenciará a heterogeneidade de situações de desenvolvimento verificadas nos países desenvolvidos (DC - Developed Countries), países em (vias de) desenvolvimento (PED/PVD) e nos países menos desenvolvidos (LDC - Least Developed Countries).
Cada grupo de alunos/blogue, irá comparar um conjunto diferente de 8 países contrastantes, 4 países desenvolvidos e 4 países incluídos noutra categoria:
Serão utilizados preferencialmente nesta tarefa os dois primeiros recursos:
- Recomenda-se o texto Crescimento Económico e Desenvolvimento bem como o Sumário do último Relatório do PNUD para ter maior inspiração nos comentários.
Tarefa: Comparar os países indicados...
1. Construindo no mínimo 3 Gráficos com o Google Public Data Explorer, tendo o cuidado de seleccionar indicadores económicos, demográficos e sócio-culturais. Cada gráfico deverá ser incorporado no blogue e acompanhado de um comentário breve.
2. Criando no mínimo mais 3 Gráficos com o Gapminder World. Indicar no blogue o respectivo link e realizar um comentário breve a cada gráfico.
www.bit.ly/zedyOM - O Rendimento e a Esperança media de vida estão directamento relacionado.
3 Utilizando a funcionalidade DATA do Gapminder, importar ficheiros do Excel para produzir neste software, no mínimo 3 outros Gráficos. Gravar as imagens no Paint. Produzir um comentário breve a cada gráfico.
4. Mencionando para os dois grupos de países a evolução do IDH assinalada no Trends http://hdr.undp.org/en/data/trends/
5.Tendo em consideração o conjunto dos dados reunidos nos pontos anteriores, e os comentários parcelares. Sintetize num comentário global as conclusões a que chegou. Enriqueça o seu comentário referindo características dos países que trabalhou (utilizando os links neste post e/ou pesquisa).
NOTAS: (1) Pelo menos um os gráficos deverá conter dados relacionados com a SIDA (fiz no blogue pessoal: A SIDA em Portugal tem significado?); (2) Como esta tarefa tem muitos gráficos aconselha-se a resposta em várias mensagens que poderão ter um número diferente no fim do título e a mesma etiqueta, vg. "heterogeneidade". Clicando na etiqueta reunirá a resposta completa ao post.
Crescimento e Desenvolvimento económico num mundo interdependente
Distinguimos ao países quando ao seu nível de desenvolvimento em diversas categorias (por exemplo, desenvolvidos, em vias de desenvolvimento e subdesenvolvidos) porque precisamos de agrupar os países que apresentem características relativamente homogéneas e de separar os que apresentem características relativamente distintas.
Estas categorias são criadas para satisfazer as nossas necessidades explicativas do (sub)desenvolvimento, porque o Mundo é uno e caracterizado pela interdependência, como a imagem abaixo enfatiza.
Utilizamos a expressão crescimento económico para nos referirmos à taxa de crescimento percentual (1) do Produto Interno Bruto (PIB) ou do Produto Nacional Bruto (PNB). Esta análise é puramente quantitativa e profundamente simplista.
NOTA (1): É a mesma fórmula que utilizaste para calcular o crescimento dos preços (inflação) a partir do índice de preços. Recordar?
O desenvolvimento económico, por sua vez assume as múltiplas dimensões da vida humana, sendo um fenómeno qualitativo impossível de quantificar. Geralmente centramos a nossa atenção sobre a estrutura da repartição do rendimento, inferindo a partir daí sobre a qualidade de vida das pessoas e do sistema em geral.
Alternativamente podemos procurar conhecer os múltiplos aspectos do desenvolvimento utilizando uma grande diversidade de indicadores do (sub)desenvolvimento. Estes costumam classificar-se em três categorias:
- Económicos
- PIB per capita
- Repartição sectorial da População Activa
- Estrutura do Produto
- Consumo de energia/aço/(...)/habitantes
- Indicadores do Comércio Externo
- Demográficos
- Taxa de Natalidade
- Taxa de Mortalidade
- Taxa de Mortalidade Infantil
- Esperança Média de Vida à Nascença
- Taxa de Emigração
- Socio-Culturais
- Taxa de Analfabetismo
- Nº Alunos/Professor
- Nº de anos de escolaridade obrigatória
- Nº Habitantes/Médico
- Nº Habitantes/cama de Hospital
- Nº jornais diários/1.000 habitantes
- Nº TV/1.000 habitantes
- Nº automóveis/1.000 habitantes
- Proteínas/habitante
Os indicadores dizem-se simples quando reflectem apenas uma dimensão particular do desenvolvimento, como é o caso de qualquer um dos indicadores acima indicados.
Os indicadores dizem-se compostos quando combinam diversas dimensões do desenvolvimento, como o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, IDG - Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género, MPG - Medida de Participação segundo o Género, e IPH1 e IPH2 - Índices de Pobreza Humana. Observe como estes indicadores se construíam lendo a Nota Técnica na p. 208 do Guia do Leitor de 2009 Backup. Compare com as Notas Técnicas de 2011 que apresentam os indicadores do Relatório do Desenvolvimento Humano de 2011.
1. Apresente uma noção de interdependência.
Interdependência é quando os países dependem uns dos outros.
2. Distinga crescimento de desenvolvimento.
Convém distinguir crescimento económico de desenvolvimento económico: enquanto o primeiro se refere ao PIB, o desenvolvimento económico é um conceito que envolve outros aspectos relacionados com o bem-estar duma nação, como os níveis de Educação, Saúde, entre outros indicadores de bem-estar.
3. Explicite a multiplicidade de aspectos a que conceito de desenvolvimento do PNUD actualmente presta atenção, designadamente:
- Progresso social;
- Economia;
- Eficiência;
- Equidade;
- Participação e liberdade;
- Sustentabilidade; e
- Segurança humana.
4. Defina os diversos indicadores do (sub) desenvolvimento acima referidos. Refira a relação entre os indicadores e o desenvolvimento dos países.
NOTAS: 1 - Consulte o Glossário do ALEA; 2 - Para pensar na relação com o desenvolvimento dos países pode utilizar o Public Data Explorer.
5. Refira as dimensões e os respectivos indicadores considerados na definição dos seguintes indicadores compostos:
a) IDH;
O IDH leva em conta três dimensões básicas da existência humana:
uma vida longa e saudável
o acesso ao conhecimento
um padrão de vida digno
Estas três dimensões são mensuradas no IDH pelos seguintes indicadores:
esperança de vida ao nascer
taxas de alfabetização e de matrícula
PIB per capita
O IDH leva em conta três dimensões básicas da existência humana:
uma vida longa e saudável
o acesso ao conhecimento
um padrão de vida digno
Estas três dimensões são mensuradas no IDH pelos seguintes indicadores:
esperança de vida ao nascer
taxas de alfabetização e de matrícula
PIB per capita
b) MPG (ver Relatório de 2009);
c) Indicador equivalente ao MPG no Relatório de 2011.
6. Verifique que o PNUD calcula desde 2010 um novo índice de pobreza. Indique a sua designação e composição.
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